Data Representação de um calendário 14/04/2014

África do Sul: um país, muitas surpresas

Nossa coordenadora de cursos, Camila Seccon, representou a Intercultural em uma viagem à África do Sul, oferecida pela Education South Africa. Acompanhe como foi a viagem por esse país incrível!

Nossa Coordenadora de Cursos, Camila Ramos Seccon, representou a Intercultural numa viagem à África do Sul, oferecida pela Education South Africa, para que visitássemos as escolas-membro da organização nas cidades de Cidade do Cabo, Port Elizabeth, Jeffreys Bay e Joanesburgo.

Aqui, Camila conta suas impressões sobre o país e sobre as cidades visitadas:

Visitar a África do Sul era um sonho antigo e aguçado principalmente após a Copa de 2010. O convite para participar de uma missão africana de agentes associados à BELTA (Brazilian Educational & Language Travel Association) chegou com muita alegria. Com mais 9 agentes brasileiros, passei 15 dias visitando parceiros educacionais credenciados pelo Education South Africa, em quatro cidades diferentes.

Até 90 dias, não há necessidade de visto, mas a vacina contra Febre Amarela é obrigatória e deve ser tomada gratuitamente nos nossos postos de saúde com o mínimo de 10 dias de antecedência do embarque.

Cada cidade visitada é única e oferece um leque imenso de atividades turísticas, de lazer, esportivas e principalmente de programas de intercâmbio para brasileiros.

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Desde a grande Johanesburg (ou simplesmente JoBurg) à pacata e litorânea Port Elizabeth (P.E. para os íntimos), a África do Sul é impressionante! Vida animal, história, Apartheid, cultura, idiomas, alegria, belezas naturais… Como não se apaixonar? Quando você for, vai querer voltar pra lá… O quanto antes possível!

A maioria dos brasileiros que optam por um programa de intercâmbio no exterior acabam focando no aprendizado do inglês. E, geralmente, procuram por destinos como Estados Unidos, Canadá e Inglaterra. Porém, estes países podem pesar no bolso (pelo câmbio desfavorável), dificultar a viagem com processos de visto e ainda a probabilidade de encontrar conterrâneos pode frustrar muita gente.

A África do Sul é para todos. Multicultural (são 11 idiomas oficiais), em conta (atualmente cada Rand equivale a 4 Reais, você não sairá no prejuízo), ativa (os sul africanos são extremamente ativos), saborosa (churrasco, temperos, frutos do mar…huuuuuuum), alegre (sorrisos por onde quer que se vá), natural (safáris, pinguins, baleias, tubarões, montanhas, vinhedos) e muito mais!

Considere a África como destino e sua experiência será fantástica.

A Intercultural trabalha com as melhores escolas de idiomas em Joburg, P.E, Jeffrey’s Bay e Cidade do Cabo. O país também é referência para aqueles que procuram algo a mais em seu intercâmbio, como projetos de voluntariado (com crianças, idosos, animais ou relacionados à conservação) e trabalho.

Johanesburgo

Joburg está na parte central da África do Sul e é a porta de entrada para brasileiros. Existem vôos diretos saindo de São Paulo pela South African Airways. Nada além de 9 horas entre ambos os continentes. O aeroporto de O.R. Tambo é moderno, amplo e confortável. Herança das reformas para a Copa do Mundo de 2010. Do aeroporto sai o Gautrain, trem no estilo metrô, que liga o aeroporto a Pretória, passando por bairros locais. O Gautrain é moderno, climatizado, silencioso, impecavelmente limpo. O acesso é através de um cartão recarregável, tudo automatizado. O aeroporto e o Gautrain foram sem dúvida as primeiras surpresas positivas da viagem!

Na cidade é possível estudar na International House – Language Lab. A escola está localizada no centro, com fácil acesso através de transporte público. A IH ocupa 3 andares de um prédio comercial. Os andares são divididos entre lounge e cantina; salas de aulas, recepção e biblioteca; laboratório multimídia e preparação para exames como IELTS e TOEFL.

Notei muitos alunos de países africanos cujo idioma oficial é o português. Mas brasileiros, nenhum! Se você quer total imersão, a cidade pode ser pra você.

A cidade ainda carrega o peso da história recente de segregação racial. No bairro de Soweto é possível visitar o memorial da revolta dos estudantes, a casa de Mandela e de Desmond Tutu. Ambas na mesma rua, fazendo com que esta seja a mais importante do mundo, pelos prêmios Nobel da Paz concedidos a estes dois ex-moradores ilustres. O bairro é quase uma cidade: lá moram mais de 4 milhões de habitantes. Não longe dali está o Soccer City, construído para a Copa passada. Também a poucos metros de Soweto estão as torres “gêmeas”, onde é possível saltar de bungee jump.

Come-se bem em Joburg. Indico o Moyo’s como opção de comida típica. O ambiente é rústico, mas ao mesmo tempo requintado na medida certa. Fica dentro do zoológico da cidade e é possível comer muito bem com o equivalente a R$30.

Perto da cidade fica o Lion’s Park, ótima opção para um final de semana selvagem! Por todo o país é possível experimentar o convívio com os Big 5 (os cinco animais símbolo da África do Sul: leão, elefante, búfalo, leopardo e rinoceronte).

Cidade do Cabo

Montanhas, oceano Atlântico, muito verde, vinhedos e muitas atividades para o intercambista. A cidade é realmente de encher os olhos. A Table Mountain (ou Montanha da Mesa) pode ser vista de todos os lugares e faz parte da vida dos nativos. Por ser moderna e agradável, a cidade é o destino mais procurado por brasileiros. A similaridade com nosso clima litorâneo e todos os predicados aqui fazem jus a esta preferência. Nos arredores, é possível visitar o Cabo da Boa Esperança, fazendas de avestruz, a praia dos pinguins, os vinhedos e a bela rodovia Chapman’s Peak, com vistas de tirar o fôlego.

Aqui o intercambista combina estudo de idiomas e alguns projetos de voluntariado (estes também disponíveis em outras cidades e parques). Vale lembrar que o programa de trabalho é válido para todo o território sul-africano.

As escolas parceiras da Intercultural são sinônimo de qualidade e atendem ao perfil de cada estudante.

A International House e a LAL localizam-se no bairro de Sea Point. O bairro é cheio de restaurantes, supermercados, conveniências. Além de estar junto ao mar.

A IH ocupa dois prédios na região e a LAL ocupa um quarteirão. Transporte público é acessível e acomodação está disponível perto das escolas. Ambas oferecem casas de família. Porém a IH conta com apartamentos mobiliados para os mais independentes. Já a LAL também oferece acomodação em dormitórios e estúdios dentro da própria escola. Facilidades que só cidades mais intimistas possuem.

Em outro bairro agradável e não longe dali, mas já em direção ao centro, está a Inlingua. A escola ocupa o primeiro andar de um prédio comercial em Green Point. O estádio com o mesmo nome encontra-se a poucos metros dali, assim como o famoso Waterfront. Este é um complexo de shopping-restaurantes-museus-parque de diversões no porto antigo da cidade, renovado também para a Copa.

A Inlingua é moderna. Os professores são qualificados e possuem certificação CELTA/DELTA, assegurando a qualidade do ensino.

Já no centro estão a Eurocentres, a EC e a sede central da Good Hope Studies. Esta região é o coração comercial e financeiro da cidade, além da estação central, parques, prédios históricos e o mercado de artesanato mais famoso por lá, o Green Market. Pechinche sempre, assim começa uma boa conversa!

A Good Hope está também no subúrbio de Newlands. Não menos interessante, mas pacato e com ares de cidade pequena. Facilmente interligadas ao centro por trens, as acomodações da escola podem ser residenciais, casas de estudantes no bairro ou ainda no terreno da própria escola.

Todas as escolas oferecem atividades regulares aos alunos. Esta é a melhor maneira de conhecer o local, fazer amigos e colocar o idioma em prática! Atividades incluem visitas à Table Mountain (de bondinho ou pelas trilhas), bares e boates, excursões para cidades próximas, idas às favelas (townships) e dias nas praias de Camps Bay e Clifton Beach.

Jeffrey’s Bay e Port Elizabeth

Quem surfa ou é triatleta conhece bem estas cidades. É hora de dividir o segredo!

Jeffrey’s Bay é etapa do circuito mundial de surf, perdendo apenas para a etapa australiana. A cidade é típica de praia. A areia é branca e o mar ali já é do Oceano Índico. Outro atrativo são os outlets de marcas como Billabong e Roxy.

A Jeffrey’s Bay Language School é praticamente na praia. A escola funciona em uma casa, com vista para o mar. Tem um ambiente descontraído e muitos alunos europeus que buscam o clima do litoral. O ponto forte da cidade também é a culinária, baseada em frutos do mar. Restaurantes com o pé na areia são muito populares e você não pode deixar de desfrutar de um almoço assim!

Port Elizabeth sedia uma das etapas do Iron Man. Também no litoral, é possível nadar com tubarões brancos e avistar baleias. A cidade é pequena, mas muito agradável. Lembra-se do jogo entre Brasil e Holanda em 2010? Foi aqui em P.E. Ok, não é um fato que gostamos de guardar na memória, mas o povo local orgulha-se de poder receber bem os brasileiros.

É possível estudar em P.E na Bay Language Institute. A escola fica em uma casa a poucos metros do mar. É referência na certificação de professores de inglês para outros idiomas. É possível hospedar-se na residência estudantil da escola, a exatos 2 minutos de caminhada. Os ares são pacatos, até que você decida realizar um safari ou visitar o Addo Elephant National Park, a 30 minutos dali.

O Addo é um parque nacional que abriga principalmente elefantes. Fazendo limites com o parque, está a reserva privada de Schotia. A propriedade é mantida pela mesma família há 6 gerações. É possível realizar safaris diurnos, noturnos (você encararia?) e até mesmo se hospedar para um final de semana diferente.

A reserva é morada de zebras, elefantes, leões, girafas, impalas, veados, macacos, búfalos, rinocerontes, pássaros e muito mais. O safari é realizado em carros abertos e a sensação é única. Um misto de medo e excitação. Para tornar a experiência ainda mais inesquecível, você pode participar do jantar na reserva. O Braai (churrasco africano) é delicioso, servido com a tradicional sobremesa Malva Pudding. Ao redor da fogueira os guias puxam músicas nos violões. Após o jantar o rumo é o safari noturno. Uma voltinha na total escuridão, em meio aos animais mais extraordinários do planeta.

Se após toda essa aventura você não se sentir tentado a voltar para a África, é porque nunca conseguiu deixá-la. Fica aqui o convite para que você inclua o destino em sua lista de viagens e principalmente, de intercâmbio. A Intercultural tem o programa certo pra você!

E então? Gostou? Entre em contato com a Intercultural e saiba mais sobre os programas que oferecemos e as escolas visitadas por Camila na África do Sul.

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